A COP30 reforça a urgência de adaptar a agricultura aos impactos das mudanças climáticas. Na Elicit Plant, compartilhamos integralmente essa prioridade e colocamos a gestão do estresse hídrico e a resiliência das culturas no centro da nossa missão.

Com a abertura da COP30 em 10 de novembro, em Belém, no coração da Amazônia, as questões climáticas voltam ao centro da agenda global. Há quase 30 anos, essa conferência internacional reúne chefes de Estado, instituições científicas, organizações internacionais e atores econômicos para acelerar a ação climática, fortalecer a adaptação e reduzir os impactos do aquecimento global.
Este ano marca a primeira vez que o Brasil sedia a COP — um marco simbólico. A Amazônia representa tanto a riqueza da biodiversidade global quanto a vulnerabilidade dos ecossistemas diante das mudanças climáticas. É também uma importante região agrícola, onde os impactos climáticos já são visíveis no dia a dia.
Agricultura no centro das discussões climáticas
As mudanças climáticas não poupam nenhum setor, mas a agricultura está entre os mais diretamente afetados. Aumento do estresse hídrico, maior frequência de eventos extremos, perda de produtividade, incertezas no planejamento agrícola, pressão sobre os recursos naturais e sobre os ecossistemas.
Esses desafios afetam hoje produtores em todo o mundo e se intensificam de uma safra para outra. Ainda assim, a agricultura também está no centro das soluções. Otimização do uso da água, maior compreensão da fisiologia vegetal, tecnologias baseadas em processos naturais, biossoluções inovadoras e práticas sustentáveis contribuem para fortalecer a resiliência do campo.
Nossa contribuição: fortalecer a resiliência das culturas ao estresse hídrico
Na Elicit Plant, acreditamos que a resiliência agrícola depende de bases científicas sólidas e de soluções capazes de gerar impacto imediato, diretamente no campo.
Nossas biossoluções, desenvolvidas a partir de fitosteróis, reforçam a resiliência fisiológica das plantas e melhoram sua capacidade de gerenciar água em condições de estresse. Ao otimizar a eficiência hídrica e os processos naturais da planta, elas contribuem para assegurar a produtividade, melhorar a adaptação a extremos climáticos, reduzir o estresse hídrico e preservar os recursos do solo.
Resultados em campo mostram, entre outros impactos, uma redução de 20% no consumo de água, além de ganhos mensuráveis de produtividade em quatro culturas extensivas estratégicas: milho, cereais, girassol e soja.
Essas inovações são fruto de uma colaboração estreita entre nossas equipes de pesquisa, agrônomos e os produtores que as utilizam diariamente.
Brasil e Europa: desafios comuns, uma ambição compartilhada
A abertura da COP30 no Brasil dialoga diretamente com nossa presença no país. Os produtores brasileiros estão na linha de frente dos desafios climáticos: secas localizadas, alternância rápida entre excesso e falta de água, perdas de produtividade. Soluções de adaptação deixaram de ser opcionais — tornaram-se essenciais.
Na Europa, no Brasil e nos Estados Unidos, nosso compromisso é apoiar os agricultores nessa transição com soluções acessíveis, robustas, cientificamente validadas e comprovadas em extensos ensaios.
Além da COP30: agir agora por uma agricultura mais resiliente
A COP30 destacará a urgência de acelerar a adaptação climática. No campo, essa transição já começou. Cada safra conta.
Na Elicit Plant, acreditamos firmemente que a agricultura pode se tornar um dos principais vetores de resiliência e sustentabilidade. Ao ajudar as culturas a gerenciar melhor a água e enfrentar extremos climáticos, apoiamos os produtores na construção de uma agricultura capaz de alimentar o planeta em um cenário climático em rápida transformação.
As mudanças climáticas estão desestabilizando o equilíbrio agrícola
Os ciclos climáticos estão se acelerando, e seus efeitos se intensificam de uma safra para outra. Desde o ano 2000, os episódios de seca triplicaram, e a Europa já enfrenta quase 8 bilhões de euros em perdas agrícolas anuais relacionadas à escassez de água. Globalmente, a produtividade agrícola seria 21% maior se não fossem as perturbações causadas pelas mudanças climáticas.
Estresse hídrico: o principal desafio das próximas décadas
Alguns dias sem água podem ser suficientes para comprometer uma safra. Até 2050, algumas regiões agrícolas poderão perder até 70% de seus recursos hídricos disponíveis, tornando indispensável a evolução das práticas de produção.